Deus, e a sua Fidelidade na História

Deus, e a sua Fidelidade na História

Texto: Daniel 6.20

Introdução:

  1. Quando analisamos o capítulo seis do livro de Daniel temos que ter em mente que neste período o império Babilônico caiu, estando sobre um novo governo, dos Medos e dos Persa, o rei Nabucodonosor, que cercou Jerusalém no período de dezoito meses provocando, fome e destruição para o povo judeus, de forma que em lamentações de Jeremias encontramos a seguinte citação; melhor são os que morreram a espada do que os que morreram de fome.
  2. O império Babilônico já não existe mais, cumprindo o que está descrito no capítulo dois, onde o próprio rei Nabucodonosor tem um sonho, que o perturbou, de forma que nem os astrólogos, nem os feiticeiros, nem os magos e nem os caldeus poderão saber o sonho e nem muito menos a sua interpretação, apenas Daniel faz saber o sonho e sua interpretação ao rei.
  3. A estátua que o rei Nabucodonosor tinha sonhado, era na verdade uma profecia escatológica para os tempos futuros, e que a cabeça de ouro da estátua, era o próprio Nabucodonosor, os peitos e os braços de prata, era dois povos, que se uniriam para formar o império Medos-Persa, e que os quadris de bronze era o império Grego e as pernas de ferro e os dedos de ferro misturado com barro era na verdade o império Romano. Mas, o mesmo sonho revelaria, ao rei Nabucodonosor que uma pedra cortada sem mão, ou seja, sem a influência de seres humanos. Esta pedra que descia do céu, destruiria todos os impérios humanos simbolizando na verdade o reino de Cristo.
  4. No Capítulo cinco do livro de Daniel, inicia-se a queda do imperador Nabucodonosor. A cabeça de ouro caiu, pois o seu filho Beltessazar, sucessor do trono Babilônico, não glorificou a Deus mesmo vendo o poder soberano de Deus sendo manifesto na Babilônia, ele viu quando Daniel interpretou o sonho que ninguém conseguiu interpretar, ele viu três jovens caminhando dentro de uma fornalha aquecida sete vezes mais, porém os jovens foram tirados da fornalha, sem danos algum, porque o quarto homem da fornalha estava com eles.
  5. Mesmo assim, Beltessazar não glorificou ao Deus o soberano, antes cometeu três erros: Primeiro se embriagou, trouxe os vasos de Deus para serem profanados, e adorou a deuses de ouro, de prata, de madeira, mais, a grande festa que fora preparada para mil dos seus maiorais, escolhido a dedos, vai silenciar, pois uma mão escreve na parede; MENE-MENE-TEQUEL- PARSIN, fosse pesado na balança e fosse achado em falta.
  6. Naquela mesma noite, Beltessazar morreu, pois, os medos e os persas invadiram Babilônia, pois desviaram o rio Eufrates que cortava a Babilônia, e vieram pela sua margem e conquistaram Babilônia segundo alguns estudiosos, sem muito esforço pois encontraram seu rei e seus maiorais embriagados.

Vem Governo, sai Governo, mas o Senhor Nosso Deus permanece fiel. O que a história, nos revela sobre a fidelidade de Deus? A história nos revela que, mesmo na direção de outro governo, Deus permaneceu fiel ao profeta Daniel. Vejamos então;

I- UM GOVENO QUE PRECIZA SER ORGANIZADO.

Como todo o governo que se inicia, ele precisa ser organizado é o que o rei Dário vai fazer logo no início da sua administração.

A organização do governo ficara assim; O rei com maioral, em seguida ele vai eleger três príncipes, para administrar sobre 120 presidentes, que governaria todo o reino.

O propósito desta organização era evitar danos e corrupção em seu reino. Lembrando que havia uma diferença entre o império babilônico e o império Medos persas. E qual era a diferença? No reino de Nabucodonosor, ele era a própria lei, o que ele falasse era lei, ela ordenava e desfazia a sua ordem, porém no império Medos-Persa o rei Dário estar sobre a lei dos Medos e dos Persas que não se pode revogar. Ele não era a lei, estava abaixo da lei

II- HÁ TRAMA DOS INVEJOSOS.

  1. PRIMEIRA PARTE DA TRAMA.
  • O que provocou a trama.

Entre os três príncipes, e cento e vinte presidentes, Daniel se destaca porque nele há um Espírito excelente. O rei Dário pretende elevar a Daniel sobre todos. De forma que o governo ficaria assim; o rei Dário, em seguida Daniel, depois os príncipes e por fim os presidentes.

  • O que impulsionou a trama.

Os príncipes e presidentes foram tomados pela inveja, de forma que não aceitaram esta decisão do rei. Antes mesmo que o rei conseguisse colocar em ação seus planos, os cento e vinte dois maiorais do reino agiram contra o judeu Daniel.

Cento e vinte e dois contra um, mas a palavra de Deus nos afirma que, mil cairão ao nosso lado, dez mil a nossa direita, mas, você não será atingido…gloria!

  • O objetivo da trama.

O objetivo da trama era encontrar em Daniel falhas seja ela administrativa, seja ela de conduta e moral. Tentaram de todas as formas, de todas as maneiras pegar Daniel em alguma falha.

Mas não poderão acha ocasião e culpa alguma. Pois ele era fiel.  Salmos. 2

Pois nele não se achava vicio algum; pois nele não havia culpa alguma.

  1. SEGUNDA PARTE DA TRAMA.
  • Os pensamentos dos invejosos.

Não encontraremos nada que abomine este Daniel. Se não na lei do seu Deus.

  • As ações dos invejosos.

Procuraram ir até o rei Dário com bajulações. O Rei vive para sempre. Tentando elevar a posição de Dário, a mesma de Deus, e o que me parece o rei gostou disso, gostou de ser bajulado, quantos cristão estão na igreja e que gostam de serem bajulados, chaleirados para poderem fazer as coisas, isso é um perigo.

Quem vive para sempre só é o nosso Deus, todo homem é mortal.

  • Procuraram ir até o rei Dário para fazer pressão;

Os cento e vintes dois líderes foram até ao rei para fazer pressão, de forma que o rei escrevesse um decreto com o objetivo de prejudicar a Daniel.

Sempre que um líder age, porque as pessoas estão lhe pressionando ele termina errando.

A exemplo de Moisés, quando o povo no deserto pediu águas; dizendo, tu nos trouxeste a este lugar para nos matar de fome e de sede, Moisés sendo impressionado pelo povo, ao invés de falar a rocha, bateu na rocha e isso lhe custou a entrada na terra prometida. Semelhantemente o rei Dário impressionado pelos seus representantes, vai cometer um grande erro, que lhe tirara o sono.

  1. TERCEIRA PARTE DA TRAMA. VV8-9

Parece que tudo estar correndo a seu favor, a trama está sendo realizada com sucesso. Mas, será bom avaliarmos a postura de Daniel diante de tudo isso que estar acontecendo; Daniel ao saber que o rei tinha assinado o decreto não foi ao rei para se defender, antes tomou quatro atitudes.

  • Em Primeiro lugar, Daniel entrou em sua casa

A nossa casa deve ser o melhor lugar para podermos enfrentar as adversidades.

  • Em Segundo lugar, Daniel entrou no seu quarto.

Não tem lugar melhor de se estar nos momentos das adversidades, se não em nosso quarto.

  • Em terceiro lugar, Daniel manteve as janelas da oração abertas.

E assim orava três vezes ao dia, nos momentos da adversidade, a melhor coisa a fazer é orar. Daniel poderia ter fechados as janelas, mas ele preferiu mantê-las abertas.

  • Em quarto lugar, Daniel por três vezes ao dia dava graças diante de Deus, sabe a melhor coisa a se fazer nos momentos de adversidades é da graça diante de Deus.

Em uns, desces momentos os invejosos encontraram Daniel orando, os invejosos encontraram Daniel suplicando a Deus, quem sabe se não fora o salmo 23.

  1. QUARTA PARTE DA TRAMA.

Ao encontrarem Daniel orando, eles tomam a seguintes atitudes;

  • Primeiro – Eles fazem o rei lembrar do edito que tinha feito.
  • Segundo – Eles difamam Daniel dizendo; ele tem feito caso de ti.
  • Terceiro – Eles Acusam Daniel de fazer caso do edito do rei.

Gente! é loucura mexer com crente que ora.

III- A TENTATIVA DO REI PARA DESFAZER A TRAMA DOS INVEJOSOS.

  1. TENTOU SALVAR -LO.
  • O rei ficou penalizado a respeito de Daniel.
  • O rei propôs dentro do seu coração livrá-lo.
  • O rei trabalhou até o pôr do sol para salvá-lo
  1. TENTOU INCORAJÁ-LO.

O Deus que tu serves continuadamente ele te livrará.

Nada para o crente é fácil, já vai Daniel sendo carregado a semelhança de um criminoso, para ser jogado na cova dos leões, mas acredito que em sua mente às palavras do rei Dário soava … O Deus a que tu serves continuadamente, Ele te livrará.

Aplicação:

Finalizamos essa mensagem citando oito ações de Deus a favor de Daniel.

1.Primeira ação de Deus a favor de Daniel – Ele vai quebrar o decreto do rei.

A pedra que tapava a cova e o anel que selava a sentença, fazem que os invejosos venham a pensar; acabou para Daniel, é o fim desse crente, ninguém vai tirar ele daí, amanhã publicaremos a notícia da sua morte.

Deus quebra decreto….

  1. A Segunda ação de Deus a favor de Daniel – Ele vai fazer o rei perder o sono.
  2. A Terceira ação de Deus a favor de Daniel – Ele envia anjos para livra Daniel.
  3. A quarta ação de Deus a favor de Daniel – Ele vai livrar a Daniel da boca do leão.
  4. A quinta ação de Deus a favor de Daniel – Ele vai te tirar Daniel da cova.
  5. A sexta ação de Deus a favor de Daniel – Ele deu a Daniel a segunda oportunidade no reino.
  6. A sétima ação de Deus a favor de Daniel – Ele permitiu que aqueles que prepararam a cova pra Daniel, que caísse nela.
  7. A oitava ação de Deus a favor de Daniel – Ele vai exaltar Daniel no reino. Vv 25-28
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